Ciranda e copyleft
Um dos projetos mais interessantes que rolaram no I e II Fórum Social Mundial vai ganhar uma terceira edição este ano: a Ciranda Internacional da Informação Independente. Ela funciona com base no princípio do copyleft: os meios de comunicação inscritos podem publicar qualquer texto da Ciranda de graça - citando a fonte - e, por sua vez, colocam matérias à disposição no site pra uso coletivo. A lista de participantes chama a atenção: Le Monde Diplomatique e Media Solidaire, da França; The Nation e ZMag, dos EUA; Il Manifesto, Liberazione e Carta, da Itália; TaZ, da Alemanha; One World, da Inglaterra; Rebelión, da Espanha; Focus on the Global South, da Austrália/Tailândia; Caros Amigos, Correio da Cidadania, Reportagem, Carta Maior, Agência Adital e algumas dezenas de publicações dos movimentos sindical e social, do Brasil.
quarta-feira, 15 de janeiro de 2003
domingo, 12 de janeiro de 2003
sexta-feira, 10 de janeiro de 2003
Histórias
Meu cunhado Carlos é um ótimo contador de histórias pra crianças. Na viagem de carro que fez com a família de Rondônia pra SC, ele contou várias que as meninas adoraram e depois vieram me contar. Lembro de duas:
Genoveva adorava ver TV. Um dia ela prendeu o dedo no botão e não conseguiu tirar de jeito nenhum. Ela morava com nove pessoas e todos adoravam televisão. Levaram a moça no médico, que disse: "Vocês vão ter que escolher: ou eu quebro a TV ou corto o dedo". Como ela tinha outros nove dedos, decidiram cortar. Até hoje o de Genoveva tá enfiado lá e serve pra mudar os canais.
Jussara adorava pular corda. Um dia ela pulou tão alto que caiu dentro da máquina de lavar ligada. Jussara deu tantas voltas que a máquina quebrou, e hoje a moça tem uma mola dentro da perna.
quarta-feira, 8 de janeiro de 2003
Revista
Saiu o número 2 do Observatório em Revista, publicação do Observatório Social, onde trabalho. A versão em arquivo PDF pode ser puxada aqui. Esta edição traz, entre outros temas, uma reportagem sobre pesquisa realizada no ABN Amro Bank e um artigo sobre responsabilidade social na visão dos trabalhadores. Pra visualizar você precisa ter instalado em sua máquina o programa gratuito Acrobat Reader.
sábado, 4 de janeiro de 2003
O povo no poder
Esta foto de Paulo Santos, da AP, é a que, pra mim, melhor traduziu a carga emocional e o simbolismo de Primeiro de Janeiro de 2003 em Brasília. Maravilhosa. Ela me fez recordar uma foto clássica, tirada no final da Segunda Guerra Mundial, que mostra um soldado do Exército Vermelho colocando uma bandeira da União Soviética no prédio do Reichstag alemão em Berlim. Felizmente a História não se repete. Desta vez, foi o povo mesmo que subiu ao poder. E sem disparar nenhum tiro.
quinta-feira, 26 de dezembro de 2002
Cinema 2003
Acabo de saber que duas amigas jornalistas, Drica Martorano e Adriane Canan, foram selecionadas pra fazer um curso na prestigiada Escola de Cinema de Cuba. UHUHU!!! Tou muito feliz por elas.
domingo, 22 de dezembro de 2002
Zero Online
O melhor jornal laboratório dos cursos de jornalismo do Brasil agora ganha uma versão na internet. Tenho uma forte ligação afetiva com ele, onde ensaiei alguns dos primeiros vôos jornalísticos quando era aluno da UFSC. Boas lembranças das exaustivas noites de baixamento turbinadas a vinho vagabundo, suor, risos e muito tesão pelo trabalho. Não posso dizer que comecei do Zero, porque antes de vir pra Floripa cursei dois anos na UFRN e lá tínhamos a Agência de Notícias Tec-Tec, feita com um dinossáurico mimeógrafo. Mas certamente ele foi um marco que deixou seqüelas maravilhosas em meus neurônios.
Feliz e próspero
Recebi dezenas de cartões de Natal via corrreio, e-mail e web. Este ano, a exemplo de anteriores, não vou responder a nenhum, exceto as mensagens personalizadas (pronto, já criei uma tradição :). Fica aqui, então, meu agradecimento a todos que se lembraram de mim. Felicidades pra vocês e suas famílias, agora e sempre que possível. Festas, muitas festas, paz e harmonia.
sábado, 21 de dezembro de 2002
O jovem, a camiseta e o hippie neoliberal
Da série textos moribundos, mas imortais: Emerson Tomate Gasperin conta sobre um inusitado passeio de escuna no reveillon de 2001 em Floripa, e como Zé Dassiva fez o timoneiro dar a volta em pleno clímax pra buscar um camarada retardatário.



