A pessoa é para o que nasce. É o que diz uma das três irmãs cegas no belo documentário de Roberto Berliner. Das esmolas nas ruas de Campina Grande e em outras cidades do sertão nordestino, elas ganham o mundo e a fama através da música. Os cortes temporais permitem que a gente acompanhe, com o passar dos anos, a transformação que o próprio documentário provocou na vida delas. Vai que é bom, muito bom! 92/100
As big techs e as demissões no Washington Post
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Quase um terço da redação do Washington Post foi demitida, o que representa
uns 300 empregos a menos, e várias editorias simplesmente eliminadas. Muito
se ...
Há 5 horas




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