Um dos entrevistados no livro fez a mesma coisa que eu: deixou de usar relógio de pulso. Continuo consultando a hora pelo celular, mas já não tenho aquele movimento quase compulsivo e tão comum de checar o fluir do tempo a todo instante. É um pequeno grande avanço. Eu já tinha tomado essa decisão de maneira espontânea, mas também preciso agradecer aos ladrões que arrombaram nossa casa no ano passado e levaram meus dois relógios, entre outras coisas. Tá, é um típico "pensamento poliana", reconheço, mas a essa altura é bem melhor que xingar.
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Tou aqui.
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