Em março de 2005, depois de ser selecionada pelo Ministério da Educação entre mais de 13 mil candidatos, a professora Maria Inês Amarante embarcou pro Timor-Leste pra atuar em um projeto de cooperação internacional. Fiz uma longa entrevista com ela sobre sua experiência: o contato com a população local e com os dirigentes do país, os momentos de insegurança com a crise política, suas impressões sobre a discriminação de mulheres, a fragilidade das instituições, a violação de direitos... Maria Inês também conta da pesquisa que está iniciando sobre os meios de comunicação timorenses - principalmente o rádio -, as mulheres e a oralidade. A entrevista tá aqui, em copyleft. Fique à vontade pra reproduzir no todo ou em parte - basta citar o autor e dar link pra fonte.
As big techs e as demissões no Washington Post
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Quase um terço da redação do Washington Post foi demitida, o que representa
uns 300 empregos a menos, e várias editorias simplesmente eliminadas. Muito
se ...
Há 4 horas




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