Uma historinha que meu pai costuma contar. Certa vez ele recebeu a visita, por alguns dias, de um velho tio do interior. O hóspede gostava de ficar na cadeira de balanço pitando o cigarro de palha. De vez em quando limpava a garganta e dava uma cusparada grossa no chão. A empregada chegou pra ele, com todo o jeito, e disse:
- Seu fulano, não leve a mal, mas tem criança pequena engatinhando pela casa. O senhor podia evitar de cuspir no chão?
Ele pediu desculpa e concordou de imediato. Passou a cuspir na parede.
CARTA ABERTA A CABRAL
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*CARTA ABERTA A CABRAL *
Prezado Pedro Álvares : nós somos o Brasil. O temível Brasil dos
aborígenes , dos Boitatás e das mulatas devoradoras...
Há 3 dias




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