Sou muito feliz em fazer parte dessa história da imigração japonesa no Brasil, como pai cabeça-chata de dois Tuyamas catarinenses. Quando crescerem, eles vão poder olhar pra trás e se orgulhar de serem netos de Augusto/Hideharu, homem sábio a quem honro com minha lembrança todos os dias. E bisnetos de Shungiro e Ito Tsuyama, que atravessaram o mundo por um sonho.
quase memória do "Quase Memória"
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Não é meu costume então não estranhem meu estranhamento quando faço
essas observações "marcando" um livro . Sinceramente nem mesmo sei porque ...
Há 22 horas




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