
O local desta foto, no centro de Russas, tem história. Imagine-se caminhando até o fim da rua e dobrando a esquina à direita. Bem ali defronte à igreja, neste mesmo horário, na década de 30 - meu pai era menino quando ocorreu o fato - um juiz de direito natural de Alagoas estava sentado na cadeira de balanço em frente à sua casa, esta que aparece à direita da imagem. Dois homens saltaram o muro dos fundos e avançaram por dentro da casa até a porta. Um deles passou um pano pelo pescoço do juiz, puxando-o para trás, e outro o matou com um punhal. Pouco depois, suspeitou-se de um sujeito que apareceu com o pé ferido - havia farpas afiadas de metal no muro que os assassinos saltaram. Quando a polícia o procurou, ele já havia desaparecido da cidade. Dizem que passou anos no Norte do país, até que o homicídio prescreveu e ele voltou. O crime nunca foi solucionado.
Ética para humanos num mundo cheio de robôs
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Os cursos de Jornalismo e de Publicidade da PUC de Goiás me convidaram para
falar sobre ética da comunicação e inteligência artificial. Será hoje à
noite.
Há 3 dias




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