...A cidade quando chove. Crônica de Rodrigo Levino em Dias Estranhos. A sensação que perpassa o texto tem tudo a ver com minha própria relação com a chuva. E com este fim de semana de inverno.
Gosto da chuva e dos vidros embaçados onde os piegas escrevem seus recados eternos que duram até o fim do calor. Calor que se mistura com água e é suor. A chuva que atrasa um compromisso e por isso há um café que pode ser degustado com mais delicadeza em cima da mesa, enquanto ela diminui o ritmo lá fora.
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CARTA ABERTA A CABRAL
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*CARTA ABERTA A CABRAL *
Prezado Pedro Álvares : nós somos o Brasil. O temível Brasil dos
aborígenes , dos Boitatás e das mulatas devoradoras...
Há um dia




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