Como "a que tarda, mas não falha" está sendo tema recorrente de hoje, me veio à lembrança um episódio bizarro que presenciei no carnaval de 1982 em Barra de Maxaranguape, RN.
A moça comia um sanduíche quando descobriu um cabelo dentro do pão. Reclamou indignada. E o balconista, uma flor de delicadeza nas relações humanas, saiu com esse consolo filosófico:
- A senhora tá cheia do nojo aí, mas quando morrer vai levar uma pá de terra na cara.
Ela saiu sem dizer nada e eu era o próximo da fila. Desisti do lanche, peguei uma cerveja e fui atrás do trio elétrico, pensando na vida.
CARTA ABERTA A CABRAL
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*CARTA ABERTA A CABRAL *
Prezado Pedro Álvares : nós somos o Brasil. O temível Brasil dos
aborígenes , dos Boitatás e das mulatas devoradoras...
Há 3 dias




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