Gosto de revistas, aprendi a ler com a ajuda delas. Mas ultimamente quase não compro, por causa da abordagem rasa e da recorrente impressão de déjà-vu que despertam. Entre as poucas que me atraem pela criatividade de algumas pautas estão a Wired, a Trip, a piauí e a Superinteressante. Ontem comprei a Super que traz reportagem de capa tratando de revisões históricas sobre a Segunda Guerra Mundial. Muito legal a matéria - destruidora de mitos. Pena que é curta demais. Matéria de revista brasileira é que nem ejaculação precoce: quando a coisa começa a ficar boa, acaba. Bem que podiam ser um pouco como a New Yorker, que não se acanha em publicar bons textos longos, às vezes em páginas inteiras sem ilustrações. Mas devo ser um leitor das antigas mesmo. Nada contra os infográficos, bem pelo contrário. Mas eles não têm a função de substituir o texto de qualidade.
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Lendo A vida como ela é, do grande Nelson Rodrigues.
As big techs e as demissões no Washington Post
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Quase um terço da redação do Washington Post foi demitida, o que representa
uns 300 empregos a menos, e várias editorias simplesmente eliminadas. Muito
se ...
Há 4 horas




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