Matéria muito boa da Nilva Bianco, com fotos de Marcello Vitorino, sobre a terceirização nas indústrias calçadistas de Franca. A personagem principal é uma mulher grávida de seis meses que precisa lidar com cola de sapateiro todos os dias em sua empresinha caseira.
A reportagem traz também uma interessante dica de leitura: Questionando um mito: custos do trabalho de homens e mulheres, organizado pela diretora da OIT (Organização Internacional do Trabalho) no Brasil, Laís Abramo.
Em 2001 e 2002 ela coordenou um estudo em cinco países - Brasil, México, Argentina, Chile e Uruguai - pra estabelecer o custo real de direitos como o salário-maternidade, atenção médica na gravidez e parto, estabilidade, horário de lactância, creche e direito a licença em caso de doença da criança.
O levantamento mostrou que os custos diretos para o empregador no Brasil não passam de 1,2% da remuneração bruta mensal da trabalhadora, um percentual que não justifica a desvantagem na hora da contratação ou a política salarial diferenciada pra homens e mulheres.
Lei do Multimídia precariza o jornalismo e outras profissões
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