Floripa, 1987. Eu fazia reportagem de polícia pro jornal O Estado. Certa vez, estava no centro quando percebi que havia um princípio de incêndio no prédio de um hotel na rua Felipe Schmidt. No auge da impulsividade insana dos vinte anos, num só fôlego subi doze andares pelas escadas até o foco da fumaça negra. Cheguei antes dos bombeiros. Pra minha sorte e dos demais ocupantes do hotel, o princípio de fogo havia sido dominado sem maiores danos. Ninguém me pediu respiração boca a boca. O episódio rendeu só uma notinha de pé de página.
Ética para humanos num mundo cheio de robôs
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Os cursos de Jornalismo e de Publicidade da PUC de Goiás me convidaram para
falar sobre ética da comunicação e inteligência artificial. Será hoje à
noite.
Há 3 dias









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