Esta semana comecei a ler O jogo da amarelinha (Rayuela), romance mais conhecido de Julio Cortázar (gracias, Joca!). Publicado em 1963, ele propõe duas formas distintas de leitura: a linear e a participativa, na qual é sugerida uma ordem diferente no encadeamento dos capítulos. É um dos ensaios visionários de hipertexto, três décadas antes de esse recurso narrativo se tornar trivial nos links da web.
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