Hoje levamos Bruno ao posto de saúde da Fazenda do Rio Tavares pra tomar duas vacinas. Como a da pólio tava em falta, fomos encaminhados ao posto do Campeche. Nos dois o atendimento foi de primeira, por funcionárias muito simpáticas. Dava pra sentir que elas amam o que fazem, mesmo tendo que trabalhar com recursos escassos. O tempo de espera foi mínimo - cinco minutos no primeiro, dez no segundo. E ainda ganhamos uma folha A4 com várias figuras do Zé Gotinha carimbadas pro Miguel colorir. Tive a mesma sensação boa de quando Miguel e depois Bruno nasceram no Hospital Universitário. Gratidão pela eficiência, cortesia, respeito e resultados. Tudo de graça. Bem que podia ser assim no Brasil inteiro.
Lei do Multimídia precariza o jornalismo e outras profissões
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Entidades de classe da comunicação receberam muito mal a publicação da lei
nº 15.325/2026, que regulamenta a profissão de multimídia. O principal
motivo pa...
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